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| As quatro fases da Pintura | |||||||||||||||||||||
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IMPRESSIONISMO |
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O movimento conhecido como Impressionismo marcou a primeira revolução artística total desde a Renascença. Nascido na França no início dos anos 1860, durou apenas até 1886. Mas determinou o curso da maior parte da arte que se seguiu. O Impressionismo rejeitou a tradição, deixando de usar sistematicamente a perspectiva, a composição equilibrada, as figuras idealizadas e principalmente o chiaroscuro da Renascença. Ao invés disto, os impressionistas representaram sensações visuais imediatas através da cor e da luz. Seu principal objetivo era apresentar uma "impressão" da luz sobre tudo. Perceberam que a cor não é uma característica intrínseca e permanente, mas muda constantemente de acordo com os efeitos da luz, do reflexo ou do clima sobre a superfície do objeto. Para mostrar estas qualidades voláteis da luz, eles criaram uma pincelada distinta, curta, pontual; borrões irregulares que vibravam energia como o brilho da luz sobre a água. A uma certa distância, porém, estes borrões e manchas se fundiam dando formas mais ou menos definidas de objetos ou qualquer outra coisa retratada.
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O PRIMEIRO IMPRESSIONISMO: ( 1862 - 86 ) |
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Elenco Original: Manet,
Monet, Renoir, Degas, Pissarro, Sisley,
Morisot, Cassatt Temas: paisagens ao ar livre, beira de mar, ruas e cafés parisienses Propósito: retratar sensações visuais imediatas de uma cena. CONTRIBUIÇÕES: Depois do
Impressionismo, a pintura nunca mais seria a mesma. Os pintores do século
XX ou expandiram sua prática ou reagiram contra ela. Desafiando a convenção,
esses rebeldes estabeleceram o direito do artista de experimentar com
estilo pessoal. Acima de tudo, permitiram que a luz da natureza e a vida
moderna brilhassem através das sombrias tradições seculares. |
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Os princípios básicos da pintura impressionista são os seguintes: 1. A COR É UMA QUALIDADE PERMANENTE NA NATUREZA: as tonalidades estão sempre mudando. A cor resulta, portanto, da luz que os corpos recebem. A cor de um objeto muda do amanhecer ao anoitecer, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares. 2. A LINHA NÃO EXISTE NA NATUREZA: a linha é uma abstração criada pelo espírito do homem, para representar as imagens visuais. A linha para o impressionista é dada pelo encontro de duas superfícies coloridas de tonalidades diferentes. A linha não é o contorno. Ele passa a ser impreciso ou diluído, parecendo uma fotografia fora de foco. 3. AS SOMBRAS NÃO SÃO PRETAS, NEM ESCURAS, SÃO LUMINOSAS E COLORIDAS.: para os impressionistas, uma sombra preta ou escura não era aceitável, pois tudo está banhado pela luz solar. E onde há luz não há a cor preta, pois o negro é a ausência completa de luz. 4. A APLICAÇÃO DOS REFLEXOS LUMINOSOS OU DO CONTRASTE DAS CORES: as cores se influenciam reciprocamente, obedecendo à lei das complementares. A complementar de uma cor é outra cor que a torna mais pura, intensa e vibrante, quando justaposta ou aproximada. Então temos: A complementar do vermelho é o verde e vice-versa. A complementar do amarelo é o violeta. A complementar do azul é o laranja. Normalmente os impressionistas usavam complementares nas sombras em contraste com as partes iluminadas. 5. A DISSOCIAÇÃO DAS TONALIDADES OU A MISTURA ÓTICA DAS CORES - PONTILHISMO: para obter leveza e brilho das cores, os pintores impressionistas resolveram produzir as cores conforme a natureza as produz à luz do sol. A luz branca contém sete cores: azul, vermelho, amarelo, verde, laranja, violeta e índigo. Os pintores resolveram produzir as cores misturando as cores primárias, juntando duas pinceladas. Por exemplo: misturar o azul e o amarelo para produzir o verde. Eles dissociavam a cor, dividiam as cores e davam pinceladas miudinhas para alcanças a cor desejada. |
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| Última Atualização: quinta-feira, 04 de maio de 2006 às 18:23 ©1999 Colégio Rainha da Paz. Todos os direitos reservados. |